Aniversário


- Por: Redação 1

Aniversário

Aniversário
Aqui vai um abraço atrasado do Corvo, para o amigo e boa praça Sérgio Leonel Beltrame que completou mais um verão escaldante no último sábado (27). A idade o Corvo não quis saber, até porque depois dos “entas” é o tipo de pergunta que não se faz. Na semana passada, quinta-feira, ele foi abraçado por todos os brasileiros, se partimos do princípio que o presidente Bolsonaro representa o nosso povo. Beltrame ficou mais faceiro que ganso em taipa de açude, ao trocar umas palavrinhas com o presidente. 
 

 

Retratos da visita
O Corvo recebeu muitas fotos de amigos e leitores que aproveitaram a estada de Bolsonaro, e, conseguiram selfies, poses ou deram uma de papagaios de piratas. Os irmãos Nilso, Nivaldo e seu filhotão Fabrizio Raffagnin, trocaram ideias com o presidente e entregaram um volume do livro que narra a trajetória da matriarca Philomena Morello Raffagnin. Dona Philó estava pronta para ir encontrar Bolsonaro, mas o calor intenso e Sol alto a fizeram desistir. Não faltarão oportunidades, porque Bolsonaro se mostrou interessado no projeto Iguassu/Aguas Grandes, ou "Pró-Iguassu Trinacional entre AR-BR-PY" concebido, segundo os autores, dentro de uma visão sistêmica que busca aproveitar ao máximo o potencial logístico e turístico em uma das mais belas regiões de nosso planeta. Tá dado o recado! 

“Raffagnin”
O leitor pode notar que o nome da tradicional família está sendo escrito com dois “efes” em algumas ocasiões. Isso tem explicação: Fabrizio e Nilvaldo fizeram uma busca das origens e descobriram que a originalidade escrita do sobrenome é “Raffagnin”. Aos poucos todos os familiares estão fazendo a alteração. Mas as empresas, segundo este Corvo pesquisou, devem manter “Rafain”, escrito com a letrinha do seo Olímpio.   

Com ou sem máscara? 
A visita de Bolsonaro deixou muita gente em dúvida, se deveria colocar ou não a máscara, em sua presença, uma vez que o presidente anda esbravejando com as regras de distanciamento. O resultado é que a maioria preferia a cara limpa. Considerando que em Foz não houve o Carnaval, pode ser, que o aumento de casos daqui uns dias se dê pelo evento presidencial, porque o que não faltou foi gente se aglomerando para tentar chegar perto do homem.

 

Com Chico
Enfim, o prefeito Chico Brasileiro conseguiu uma conversa com o presidente, e em Foz. Muita gente apostava que isso nunca aconteceria e não faltaram agulhadas nas redes sociais, relembrando as farpas longínquas. A insistência de algumas pessoas, em atrapalharem uma aproximação entre prefeito e presidente, apenas embaça a cidade. Todos perdem. Mas isso parece coisa do passado, Bolsonaro disse para algumas pessoas que gostou de conversar com o Chico. Se reclamar de Bolsonaro pelas posturas públicas se torna uma barreira, ele não conversaria com 90% do Congresso. Rusgas políticas se curam muito rapidamente. 

Vermelho e Chico
A foto publicada na coluna de hoje, com o prefeito Chico e o presidente Bolsonaro, leva o crédito do deputado Vermelho. Ele quem fez o click. Aliás, os dois andaram dando os dedinhos, iguais fazem os piás pançudos depois das brigas. Enfim, são autoridades acima das “pequenices”, independa o desespero dos que tentam a todo o custo afastá-los. Quem faz isso, corre o risco de acabar dependurado na brocha.  

Cadê as vacinas? 
Corvo, mais essa dura de decreto agora? É “pracabá” mesmo! E nada de vacinarem o povo! Sabemos que só a vacinação vai resolver esse problema, mas demora. No dia que a vacina chegar, todo mundo já morreu! 
Antônio V. G. Barreira

O Corvo responde: morre quem vacilar e não levar a sério as regras de distanciamento, ou não usar máscara e deixar de lavar as mãos, como pede o ritual de deixar o Covid-19 do lado de fora da casa. O governo está na saia justa com o assunto das vacinas e deve se coçar; quando mais demorar, mais aumenta o descrédito. 

Março
Corvo, estamos em março e nada das vacinas. Alguém acredita que o governo vai conseguir cumprir a meta de vacinar a população até julho? Meio impossível, não acha?
Márcio N. G. Rebello

O Corvo responde: prezado, a meta de vacinar a população até julho é do governo dos Estados Unidos da América, mais precisamente, proferia pelo presidente Joe Biden. No Brasil a expectativa é até dezembro de 2021, mas com os decorrentes atrasos, e, trapalhadas, isso pode pular para o ano que vem.

Decretos
A sexta-feira foi longa para muitas pessoas, a começar pelos empresários. Todos esperam por uma “interpretação dos” decretos, ou queriam saber, se o decreto de Foz, seria diferente do Estadual. Muitos sonhavam com uma flexibilização, que em verdade não aconteceu. O povo dos atrativos é que respirou um pouco mais aliviado. Até hoje muitas pessoas questionam o que pode ou não, relativo ao decreto de Foz. 

Caminhada
O decreto é bem simples e, as autoridades imaginando o interesse da população, facilitou no discurso. Mesmo assim algumas pessoas se fazem de desentendidas. No sábado, por volta das 20 horas, quando todos deveriam estar em casa, havia muita gente caminhando e sem máscara. Um desrespeito! 

Tuc...tuc...tuc....
Na madrugada do sábado para o domingo, quando deveríamos escutar apenas o barulho dos grilos, o que havia era muita gente com o som alto, em residências ou circulando pela cidade. Deveriam tratar das regras com seriedade.

No Paraguai
O Corvo recebeu uma porção de fotos de uma festa realizada do outro lado do Rio. Vai ver, era de lá que vinha o som. De cara, houve uma desconfiança, se era um evento de fato ocorrendo ou se estavam espalhando fotos antigas. O caso começou a ser tratado com veracidade, porque os veículos de comunicações começaram a publicar. De que adiante pedir exames para os paraguaios que atravessam a Ponte, se os brasileiros dão um exemplo assim?

Reciprocidade  
Por causa da tal festa, e segundo consta foram várias, o governo paraguaio estuda aplicar medidas mais duras, sobretudo aos brasileiros que circulam em CDE ou outras cidades do país. 

Iguazú
Um amigo que vive na Argentina fez um relato muito sombrio da situação dos vizinhos, ou residentes em Puerto Iguazú, praticamente isolados, abandonados inclusive pelo governo, em Buenos Aires. Hoje o Corvo vai se aprofundar nas informações.

 

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