Ecos da visita


- Por: Redação 1

Ecos da visita

O Corvo sofre, porque precisa fechar a coluna cedo e acaba perdendo uma porção de notícias. Somente a visita do presidente Bolsonaro, daria para encher a páginas. Mas segundo informado, foi tudo muito tranquilo, com os apoiadores fazendo festa; as cores verde e amarelo predominando, até porque em Foz, é difícil alguém se arriscar, balançando um lencinho rosado que fosse. E a estada foi à jato, para ir, para voltar e o tempo de permanência na cidade. 

Esse pode
O único tom de coloração vermelha no encontro foi a presença do deputado. Mas como diz o Bolsonaro, é o “Vermelho do bem”. O deputado veio ao lado do presidente e no percurso de viagem, vários assuntos foram conversados, entre eles, os pedágios. Vermelho deve fazer pronunciamento pelas tarifas 50% mais baratas e pistas duplicadas, o quanto antes! Tão logo ele ocupe a tribuna, o GDia publicará matéria, certamente de destaque. 

Fica Luna
Seo Corvo, queria começar um movimento na cidade. Sabemos que o general Silva e Luna, na Petrobrás, vai fazer a diferença, e isso pode resultar num preço mais confortável para a gente pagar a gasolina, mas o que muita gente quer, é que ele fique mais um tempo morando aqui. Olha quanta coisa boa o homem fez em tão pouco tempo? Tudo bem, um dia ele vai precisar deixar Itaipu, mas quem sabe, depois disso, ele não resolve ser nosso prefeito? Fica Luna, gostamos de você! 
Maria do Carmo J. Vaz

O Corvo responde: em sua visita o presidente Bolsonaro fez questão de mencionar o desempenho do general Silva e Luna na Binacional e disse que ele fará a diferença na Petrobrás. O Corvo também levanta a bandeira da leitora, mas pessoas como o general, precisam enfrentar as novas missões e cuidar da Petrobrás, é um grande desafio. 

Expectativa
O que havia era uma certa ansiedade no encontro entre o Chico e o Bolsonaro. Mas depois da conversa com o centrão, a única coisa que tira o presidente do sério é especulação sobre as demandas judiciais envolvendo a família, diga-se, todas muito favoráveis ao clã. Nem os assuntos relacionados à covid-19 incomodam mais o homem. O encontro entre prefeito e presidente foi muito bom, dizem. 

Benefício
Toda a discussão sobre os pedágios deveria nortear os benefícios para quem trabalha ou de alguma forma, utiliza as estradas. Estão discutindo formas arrecadatórias, como mostra o programa Oeste em Desenvolvimento, em anúncio de uma página na edição de ontem, quinta-feira, 25/02. A instalação de pedágio, é a prova da ineficiência governamental, que afinal de contas, arrecada bilhões na normatização dos veículos. Um cidadão compra um carro e precisa pagar impostos, taxas, para poder rodar com ele, como fosse um aluguel. Esse dinheiro seria suficiente para construir muitas estradas. 

Conforto e segurança
O pedágio se justifica quando os usuários sentem que trafegarão por estradas seguras, sem buracos, ou riscos dos mais diversos, com pronto atendimento, socorristas, mecânicos e as estruturas das concessionárias que são consideradas boas, inclusive atualmente aprovadas. Tudo vai abaixo, na hora de pagar, porque não se justifica tarifas tão exorbitantes, sobretudo numa rodovia como a BR 277, que atravessa o Estado e em sua maioria, com pista única, de duas mãos, responsáveis pela maioria dos acidentes. Outra situação sem explicação é a comparação: por que em algumas estradas, como a Régis Bitencourt, por exemplo, totalmente duplicada, os pedágios custas em média R$ 3,00? 

Destruição
A Receita Federal está destruindo cerca de 20 mil garrafas de bebidas e o conteúdo aumenta os estoques de álcool em gel. Nas fotos, é possível ver caixas de vinhos de qualidade mediana, ou seja, bebíveis. Não se trata, por exemplo, da destruição de bebidas falsificadas. Muita gente perguntou ao Corvo: não seria mais lucrativo realizar um leilão? Taí uma situação que merece uma análise mais caprichada, porque se fossem vinhos de muita qualidade, certamente há pessoas na Receita que avaliariam o caso. 
 
Noite de Abraão
Fica difícil imaginar o que o personagem bíblico diria sobre a aglomeração em seu nome, ocorrida no Bairro do Batel, em Curitiba, na noite da última quarta-feira, reunindo cerca de duas mil pessoas. O evento chamado de “Noite de Abraão” foi esvaziado pelas autoridades e a multa vai doer no bolso dos organizadores. Haja dízimo para pagá-la.

Seo Abraão
Os arqueólogos não encontraram evidências sobre existência de Abraão, considerado o “pai da nação hebraica”, mas certamente, ele seguiria os preceitos sanitários, muito rígidos nos primórdios, onde ocorriam pestes de todas as naturezas e sem imunizantes. O distanciamento da população e isolamento dos enfermos era a solução de praxe. Sendo assim, um evento como o de Curitiba, jamais seria tolerado pelo Abraão. 

 

Compra de vacinas
Rafael Greca, prefeito de Curitiba, está fazendo o maior sucesso nas redes sociais com a possibilidade de compra de vacinas. Sua energia contagia aos que assistem o vídeo. Isso está motivando prefeitos de várias cidades, formarem consórcios para imunizar o povo. Resta saber se os laboratórios conseguirão atender tantas demandas. 

Em Foz
O vereador Adnan El Sayed protocolou indicação para o Chico Brasileiro atuar na aquisição direta de imunizantes, assunto autorizado pelo STF. A medida seria boa para evitar dores nas costas da população, porque, ao que se imagina, é preciso esperar sentado pelas vacinas do Plano Nacional. O Brasil é uma novela, sempre na contramão.   

Chico
Ontem o prefeito disse aos microfones da Rádio Cultura, que Foz vai integrar o Consórcio Nacional, para a aquisição de vacinas. Precisamos cuidar para não trocar 6 x meia dúzia, e ter certeza que as doses compradas por Foz, serão destinadas aos habitantes, e, que não acabem num bolo de distribuição, como acontece atualmente. 

250 mil óbitos
Alguém tinha dúvida no impacto do número? E será assim até o fim da pandemia, a cada “arredondamento”, infelizmente. E o pior é que isso não mexe em nada com a cabeça de algumas pessoas. 250 mil mortes, por um vírus, é um número pra lá de complicado e deveria causar pavor. Se o vírus da gripe H1N1 era considerado muito perigoso e matou cerca de 3 mil, a população já deveria ter assimilado a letalidade do coronavíirus. 

Frutos do Mar
O Paraguai será um grande entreposto de “mariscos”, como simplificam argentinos e espanhóis, ao falarem de camarões, lula, polvo e outras iguarias. Este Corvo leu a informação no site Não Viu. E quem diria, logo o Paraguai que não possui acesso ao mar, descontando o Porto de Paranaguá. Os vizinhos são também importadores de embarcações, equipamentos náuticos e tecnologia para a navegação. 

Criação
Um amigo do Corvo deu de criar camarões em cativeiro, na água doce. No começo parecia um negócio próspero, porque o bicho começou a procriar, mas com o tempo, os crustáceos viraram um tipo de praga. Não é de duvidar, já estão até caminhando, relativa a evolução da espécie. Camarão é bom, mas comer todo dia enjoa.

Leia mais na edição impressa.

Relacionadas