Foz dá esperança!


- Por: Redação 1

Foz dá esperança!

Foz dá esperança!
Gosto de escrever e assinar, apesar de andar bem afastado do ambiente de redação. Coisas de pandemia e tudo o mais. Ultimamente me reservam a tarefa mais triste de todas, de escrever sobre as pessoas, depois que elas morrem. Imagina? Vivo esse estado de contingência, lamentavelmente. O tipo de pauta é mais ou menos assim: “morreu fulano e como era teu amigo, escreva algo, por favor”. É uma das desvantagens de conhecer com muita gente na cidade, e, viver nela, nos últimos 40 anos. 
Já escrevi isso outras vezes, sobre o fato de habitar Foz, mais tempo do que em todos os outros lugares, inclusive São Paulo, onde nasci. Logo, sou um iguaçuense de coração e de papel passado, por meio do Título de Cidadão Honorário. E é por isso que compro as brigas, defendo os amigos, as propostas, emito opinião ao que julgo necessário. Hoje, expresso o que sinto e vejo acontecer: Foz se mostra auspiciosa, mais do que em outras épocas, onde a dúvida coletiva era bem menor.
Nas crises é que conhecemos as pessoas. Há quem garanta, que muita gente se revela inesperadamente, jogando a toalha, exibindo uma face oculta. E isso é verdade, mas vai muito de cada um, relevar ou se importar. Eu, francamente, coloco as surpresas, decepções, martírios, e a exultante alegria, na cristaleira da memória, só procurando entender as atitudes de cada um. Não dá para dizer, que os amigos não nos afetam. Essa indiferença nunca irá desqualificar o meu caráter. O fato é, que em momento assim, quem não ajuda, no mínimo, não deveria atrapalhar.
O que conhecemos como “Sociedade Civil Organizada”, deveria encontrar solução ou um meio de atender razoavelmente, cada uma das situações que afligem a cidade. E porque será, não acontece assim? Vai ver é por causa da política, da soberba, dos egos, das guerras pelo poder, e todas as desavenças cotidianas, velhas conhecidas dos cidadãos. Vai ver, é em razão da nossa ingênua e desacreditada imaturidade. Isso mesmo, precisamos melhorar no índice de “maturidade”.
Foz, vencendo a pandemia e isso, escrevam, vai acontecer, será uma cidade em vantagem, porque poucos locais comungam de tantas iniciativas públicas e privadas. Num futuro bem próximo, atravessaremos a fronteira em uma nova ponte; chegaremos à BR 277 usando a perimetral; os caminhões não largarão mais fumaça nas avenidas centrais; o acesso às Cataratas será duplicado; os turistas e visitantes encontrarão hotéis revitalizados; novos atrativos prolongarão as estadias; teremos mais creches, escolas reformadas, hospitais modernizados, centros médicos de outro mundo, as Universidades estarão à toda, o setor cultural vai vazar pelos poros, de tantas atividades, enfim, as pessoas ganharão as ruas com um novo sentido. Francamente, com um futuro assim e tão próximo, nem dá tempo para pensar em coisas pequenas e sim no gigantismo dos pormenores.
Vamos pensar grande. Não está errado dizer ou escrever: vamos pensar do tamanho de Foz! 
Rogério Romano Bonato 

 


Com ou sem Copa?
A coluna fechou sem saber o pensamento do STF sobre a realização do evento Copa América. E nem dará tempo de escrever a notícia quente, porque o jornal só volta na segunda-feira, em razão desse calhamaço em que se transformou, com a edição de aniversário da cidade. Voltando ao assunto, será que a opinião dos jogadores, motivará os ministros? Se isso acontecer, Bolsonaro vai rodar a pomba gira! 

Tite, parabéns! 
No meio dessa fuzarca em que transformou o país, pelo menos uma pessoa faz a lição de casa. No Brasil do futebol, Tite é quem está fazendo tudo certo, com 100% de aproveitamento. Deveriam chamar ele para comandar a vacinação em massa, pode ser, daria um bom resultado. 

Fuga dos cérebros
O jornal Folha de São Paulo fez levantamento e informa que 40% dos jovens brilhantes, estão se mudando para outros países, que aliás, os recebem com tapetes vermelhos. Num recente texto de um sociólogo norte-americano, brasileiros que estudam em universidades nos Estados Unidos e Inglaterra, dificilmente voltam ao país de origem, porque apesar dos problemas com imigração, etc e tal, o futuro parece ser muito vantajoso no exterior. Que lástima isso hein? Com isso, o Brasil pode tropeçar em muitos setores, com tanta gente de qualidade abandonando o barco. 

Era o que faltava
A gente acha que já viu de tudo, mas, pai de auditor do TCU, passar dados falsos sobre pandemia, para o presidente, é algo que só existe em gibis. Que barbaridade! Essa onda negacionista é algo que não vai colar, especialmente em tempos de crise pandêmica. Vamos largar o lero-lero e correr atrás das vacinas, o que mais nos interessa. 

Cadê o povo?  
Estranho o brasileiro, em maioria expressiva, rezar pelas vacinas e, depois, sumir na hora de tomar a segunda dose? O número de “desistentes” está pela casa das centenas de milhares. O que será, assusta tanto assim os idosos? Bom, espalham nas redes sociais que muita gente morreu depois da segunda dose, o que é uma tremenda sacanagem. Morre quem não se cuida e abusa da sorte.  

BR 469 e Avenida das Cataratas
O Corvo tem recebido uma porção de mensagens sobre essa dúvida que se criou sobre a duplicação da BR 469 (Rodovia das Cataratas) e as obras de revitalização da Avenida das Cataratas. O que acontece é que uma parte já está duplicada e será revitalizada, no trecho do Boicy até o trevo para a Argentina é a Avenida das Cataratas, municipal. Já a rodovia que vai do trevo da Argentina ao aeroporto, Cataratas e demais atrativos é federal. Aqui entre nós, é o trecho que necessita de uma duplicação urgentíssima, porque é o cartão postal, para quem chega dos jatões coloridos. O caboclo vem lá “dos estrangeiro”, desembarca em Foz esperando acessos à altura dos atrativos e desemboca numa picada de mão dupla? Fica ruim. Duplicação já e acessos aos moradores que habitam os dois dados da estrada. Que não apareçam com passarelas. 

Escolha no balcão
Dá para entrar num boteco e pedir a marca preferida de cerveja. Se a casa não atender à exigência do freguês, ele pode até virar as costas e ir embora. Já não dá para fazer a mesma coisa no posto de saúde, ao encarar a vacina contra o covid-19. O Corvo viu na Tv que atitudes assim estão preocupando das autoridades. 

Qualquer uma serve
O cidadão preocupado em não virar jacaré ou outro bicho, por causa das bobagens espalhadas nas redes sociais, pode muito bem pesquisar a eficácia das vacinas na internet. Lá será possível atestar que em todas são boas, protegem e ajudam a combater o inimigo, no caso o vírus. Mas essa proteção é limitada, apesar da ciência, não há imunizantes com 100% de proteção, porque o bicho da covid-19 é medonho.

Até marcianos
Todo mundo sabe que Foz é uma cidade chegada aos observadores de ONVIs e visitantes até de outros planetas. Passaram para o Corvo, uma conversa entre essas pessoas, numa rede social: “hein, você tem visto os amiguinhos lá de cima?”. O outro responde: “até que não, faz tempo eles não aparecem, acho que estão com medo do covid”. E a interlocutora finaliza: “pior, pensa se levam isso lá para o planeta deles”? O Corvo merece! 

Vereadores pedem vacinas
Os nossos nobres representantes estão ativos e operantes na proteção da população. O vereador Adnan El Sayed solicitou que a prefeitura inclua nos grupos prioritários para a vacinação, os estudantes de medicina do Paraguai e mototaxistas residentes em Foz do Iguaçu. É mais uma providência, enquanto a vacinação em massa não acontece, já que Foz é, segundo testemunhas, visitada por seres de outros planetas. 

Torta da Jane
A amiga Janete Simoneti Canzi muito conhecida nas imediações do Jardim Tarobá, porque exerce a liderança de bairro, quase matou o Corvo de tanto comer. Ela enviou uma iguaria muito conhecida entre os amigos, como “Torta de Chocolate da Jane”, uma delícia feita em camadas, com vários tipos de chocolate com bolachas intercaladas. O presente duplo, para Corvo e Corva, deveria pesar uns três quilos e teve o tacho devidamente lambido. Obrigado e agora o Corvo vai mandar a conta da endocrinologista. 

Feliz 107
E como o Corvo escreveu lá no início da coluna, hoje nossa cidade chega aos 107 anos, que maravilha! Vamos comemorar e torcer para tudo voltar ao normal! happy birthday!

 

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