Média móvel de casos de Covid segue em queda em Foz, mas óbitos ainda preocupam


- Por: Redação 1

Média móvel de casos de Covid segue em queda em Foz, mas óbitos ainda preocupam
O crescimento de casos graves entre pessoas abaixo dos 30 anos tem preocupado os profissionais de saúde

A média móvel de casos da Covid-19 segue em queda em Foz do Iguaçu. No sábado (17) a Vigilância Epidemiológica contabilizou 74 novas infecções. Na tarde de ontem (18), o boletim apontou 46 casos confirmados em 24 horas: 19 mulheres e 27 homens, com idades entre 1 e 75 anos. 
Desde o início da pandemia já foram registrados 32.978 casos do novo coronavírus no município. Deste total, 31.775 pessoas tiveram êxito na recuperação. Atualmente, 314 pessoas estão isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves da doença. Outras 156 estão internadas. 
Apesar da redução na faixa de infecção, o número de óbitos ainda preocupa por conta da oscilação. Na última sexta-feira (16), Foz registrou cinco mortes em decorrência da Covid. As vítimas tinham idades entre 47 e 78 anos. No sábado (17) foram sete mortes, de vítimas na faixa etária dos 40 aos 69 anos. 
Nesse domingo foram computadas duas mortes. O que chama a atenção é a idade de uma das vítimas: uma jovem de 28 anos. A mulher, que, de acordo com o obituário municipal era “do lar” é uma das vítimas mais jovens a morrer pela doença na cidade. O óbito aconteceu no Hospital Municipal às 4h17 do dia 18. O boletim não informa se a vítima tinha outras comorbidades.
O crescimento de casos graves entre pessoas abaixo dos 30 anos tem preocupado os profissionais de saúde, que alertam para a necessidade de manter as medidas sanitárias. No total, Foz já contabilizou 733 mortes em decorrência de complicações causadas pela Covid. 
“Eu peço que as pessoas evitem churrasco de final de semana, porque temos visto os casos graves aumentarem e o sofrimento das famílias que perdem seus entes queridos. Usem máscara, melhorem a limpeza das mãos, dos objetos pessoais e usem álcool em gel. Fiquem em casa e cuidem-se”, alerta o médico Kézio Medeiros Lacerda, da UPA Walter Cavalcante.

Da redação  / Foto: Geraldo Bubniak/AEN

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