Presidente da Câmara sugere ampliação das atividades no Distrito Industrial


- Por: Redação 1

Presidente da Câmara sugere ampliação das atividades no Distrito Industrial

O Presidente da Câmara de Foz do Iguaçu, vereador Ney Patrício (PSD), vem se destacando com proposições e ações em defesa do desenvolvimento econômico. Contador e com experiências na direção de entidades de classe do setor empresarial, uma das prioridades do vereador é viabilizar medidas conjuntas para impulsionar a retomada da economia, na medida em que a pandemia vai sendo controlada com o avanço da vacinação.
Na sessão ordinária do último dia 9, Ney Patrício propôs a ampliação das atividades no Distrito Industrial para instalação de novas empresas que agregam ICMS, o que representa geração de empregos e arrecadação para a prefeitura investir em obras e serviços públicos. “A medida tem como objetivo ampliar as atividades para agregar valor ao ICMS, trazendo para nosso parque industrial grupos e investidores de setores com alto índice de geração de empregos em outros municípios”, disse o Presidente da Câmara.
Ney Patrício comentou sobre a arrecadação de ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, que caiu significativamente. Lembrou que em maio deste ano, uma Audiência Pública foi realizada pela prefeitura para a prestação de contas do último quadrimestre. No evento, líderes e autoridades municipais se reuniram para discutir os resultados obtidos, e o destaque foi para os baixos números referentes à arrecadação de impostos, se comparados ao ano passado.
Em uma conversa com o Prefeito Chico Brasileiro, o presidente da Câmara então propôs a ampliação das atividades permitidas no Distrito Industrial, visando fortalecer a retomada econômica pós-pandemia. “Nós ocupávamos o 4º lugar na colocação do Paraná, com maior arrecadação de ICMS, e agora, já estamos em 8º. Precisamos tomar as medidas necessárias para recuperarmos nossa colocação e resultados, se não, vamos perder muito mais”, afirmou Ney Patrício.
O Presidente da Câmara acredita que com a ampliação das atividades no Distrito Industrial, a garantia será de mais emprego e renda, além de reforçar o valor agregado do ICMS para fomentar novos investimentos municipais.  

Da Redação

 

Com apoio da Bancada da Mulher, vereadora propõe distribuição gratuita de absorventes
A vereadora Protetora Carol Dedonatti (PP), com apoio das demais integrantes da Bancada da Mulher – Anice Gazzaoui (PL) e Yasmin Hachem (MDB) – apresentou projeto de lei na Câmara de Foz do Iguaçu que prevê a implantação do programa de distribuição gratuita de absorventes para meninas e mulheres consideradas de baixa renda. A proposta será lida na sessão desta terça-feira, 14 de setembro, para início de tramitação.
No texto consta que a lei será um mecanismo para promoção da saúde e atenção à higiene. A finalidade de combater a precariedade, identificada com a falta de acesso ou a falta de recursos que possibilitem a aquisição de produtos de higiene e outros recursos necessários ao período da menstruação feminina.
A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, regulamentará o fornecimento, critérios e locais de distribuição dos absorventes. As despesas decorrentes da execução da lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias da pasta ou suplementares, se necessário. Após a aprovação e publicação da lei, o prazo para o Poder Executivo fazer a regulamentação do programa será de 60 dias.
Questão de saúde pública
Na opinião da vereadora Protetora Carol Dedonatti, o projeto de lei aborda uma questão de saúde pública. “Muitas adolescentes e mulheres vivem em condições de vulnerabilidade social, não possuindo condições de ter acesso a um simples absorvente, passando por situações de constrangimento, se expondo não somente à dor física, mas também à doença emocional”, afirmou.
Carol destacou que “em 2014 a Organização das Nações Unidas (ONU), reconheceu o direito à higiene menstrual como um direito humano e uma questão de saúde pública. Outro fator importante de salientar é que segundo a Unicef, uma em cada dez meninas no mundo deixam de ir à escola quando estão menstruadas. No Brasil, estima-se que sejam uma em cada quatro. Falta de condição financeira para comprar absorventes e de estruturas sanitárias estão entre as causas do problema”.
Para ir à votação, o projeto dependerá de análise jurídica da Câmara e pareceres das comissões técnicas relacionadas ao tema.

(EMS Editores)

Fotos: divulgação

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